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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mudança de foco - e de título

A primeira versão chegou dia 23, a segundo dia 1º, a última ontem. Retoques finais foram precisos e podemos dizer que áudio está 100% finalizado. Muito obrigado a Lucas Garay, responsável por cuidar dos detalhes, e ao Estúdio Jinga por parceria. O foco agora é outro.

Primeiro, as dúvidas com tradução de título.
“I will not shoot (or film) anymore”?
“I'm never shooting (or filming) again”?
“I'm not going to shoot (or film) anymore”?
“I will never shoot (or film) again”?

A última é a mais sedutora das opções, mas tanto film como shoot têm seus poréns. Embora exista uma queda, ainda não definimos. A qualquer momento devemos receber texto de Elizabeth (Campbell), que espera apenas revisá-lo para nos enviar. Estou ansioso para saber como ela traduziu "cu doce", mas faz parte - até porque preferi não perguntar.

Agora é com marca de direção de arte e finalização de vídeo. E correr para os correios.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Boa nova de Porto Alegre

O quase um mês sem postar foi por uma boa causa. Enquanto adiantávamos finalização de NMVF, tivemos o Cine Futuro e o Panorama, que acabou ontem. Graças a ele, inclusive, só hoje venho com boa nova, vinda de Porto Alegre na quarta-feira (24).

Na verdade recebemos e-mail na terça-feira, mas caixa de entrada não gosta do filme e só descobri o bendito no lixo eletrônico por falar,
meio que por acaso, com Tiago. Parêntese à parte, graças a Lucas Garay, lá do estúdio Jinga, áudio de NMVF está (praticamente) finalizado. Uma maquiagem faz milagres, a de um especialista mais ainda. As pouquíssimas ressalvas são menos falhas que detalhes, espécies de pequenos retoques.

Agora só falta o vídeo, a ser finalizado na Nove90, nova parceira. Mas isso é assunto para outro post.

sábado, 23 de abril de 2011

De volta à terra natal

Foto: David Campbell

Peço desculpas pelos mais de dez dias sem texto, se é que ainda tenho algum leitor depois de quase quatro meses de embromação, digo montagem.

Deu tudo certo neste hiato, incluindo aí uma luxação exposta (sim, luxação esposta!) no dedão do pé de nosso Roberto Pazos, o que o leva a oito dias sem sair da cama. Mas como
NMVF já ficou um mês sem mudar um quadro, oito dias são moleza, especialmente porque maior pendência, a trilha sonora, já foi devidamente encaixada.

Montagem deve estar 100% pronta até a primeira metade de maio, espero. Em conversa com Tiago (o Cavalcanti), com base na única imagem-pendência, imagino que em meados do mês cinco estejamos com o filme pronto para finalização. A de áudio já temos, no Estúdio Jinga, a de vídeo buscamos.

Gostaria de terminar filme em tempo de inscrevê-lo no Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontece de 2 a 9 de junho em Salvador, mas inscrições só vão até semana que vem, dia 27. Verdade que até lá temos 99% de montagem pronta, talvez até um 100% aproximado, mas com áudio e vídeo ainda por serem finalizados, o que ainda toma algumas semanas.

Como projeto me chama de volta há algum tempo, devo finalizar o 1% restante de montagem em Salvador. Enfim, NMVF volta à terra natal.

Ps: Volto a usar fotos para posts em homenagem ao roubo de carro no Parque Costa Azul, nossa principal locação. Não faltam matérias sobre na internet, e rola até um vídeo com mais de dez minutos. Como diria o outro, "barril".

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Entre segunda e amanhã

Foto: Lica Ornelas

Se tudo der certo, amanhã resolvemos as últimas pendências que hoje seguram a montagem de
Nunca mais vou filmar. Um áudio aqui e um plano ali se juntam em prol do filme e, espero, vamos para o início do fim.

Verdade que ele é apenas mais um início de mais um fim, como também é verdade que ainda falta a trilha sonora, mas vamos por partes. Em primeiro lugar, a finalização de áudio e vídeo exigem bem menos de minha cabeça, que agradece a pausa. E a música, que nunca foi dor de cabeça, já foi discutida o suficiente com Thiago Ferreira. Essa madrugada, inclusive, ele transformou a caixa de e-mails em um MSN, mas por uma ótima causa.

Mas e o filme, cara pálida?

Até a segunda, tínhamos um problema. (Na verdade temos vários, mas esse me chateava mais por ser uma solução transformada em problema.) Existia uma parte de um plano que me soava fabulosa, mas que, desde o início, se assumiu completamente antissocial. Não conseguia encaixar aquele trecho em canto nenhum, ele parecia fadado ao lixo, e eu à depressão. Até que Igor me veio com a sugestão de “encaixar aquele plano aqui e cortar pra lá”.

Na verdade, as aspas são figurativas, não faço ideia do que ele disse, mas ao concordar que podíamos fazer aquilo, não me segurei: “você salvou o filme”. Por mais que exista uma inevitável dose de exagero, foi o melhor momento da segunda-feira (14), o último dia que nos encontramos.

É possível que muita gente sequer faça ideia de qual plano seja, no fim das contas. Se for o caso, sinal de que funcionou.

Ps: quem me ler imediatamente após a postagem, e gostar, não se esqueça de Arsenal x Barcelona. É agora às 16h30min, hora de Salvador. Mais que o jogo, tem potencial para ser o confronto (ida e volta) do ano.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Som, platô e a diminiuição da memória

Foto: David Campbell

Ontem, confirmamos fortalecimento de parceria com o Gato Xadrez. No quesito da equipe, já temos um platô. Entre outras coisas, ele foi o primeiro assistente da função em A Última Estação, de Márcio Curi, longa que, se já não foi, está prestes a ser finalizado. Quem oficializamos como novo membro do time é Alê Bulhões. Só que esta não é a única novidade.

Ela foi bem referenciada por Amadeu Alban, da Santo Forte, com quem trabalhei e quem me apresentou ninguém menos que David Campbell. Com transparente vontade de fazer, nossa responsável por som direto é Ana Luiza Penna. Se for tão boa quanto nosso fotógrafo, preocupação não será humana.

Em conversa com Roberto Cotta, ele me disse que já tem o corte final de O Maldito Ladrão de Memórias. ("Já tem" é ótimo, afinal de contas, lá se vai um ano desde o primeiro corte.) Dos 30 minutos iniciais e disponíveis aqui, sobraram 18. Embora ele saiba o quanto admirava trabalho, e não à toa o convidei para ser meu assistente, também tinha conhecimento de algumas restrições. Com diminuição, e depois de muito conversarmos sobre, babo para ver resultado final.

Ps: Falta pouco tempo. Por isso, vemos parte da vizinhança, quem esperamos tratar bem, e de quem esperamos cordialidade. O "muito obrigado" vem desde já.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Parceiro (para o) final

Nosso mais novo parceiro nasceu em 1981. Quando Glauber Rocha nos dava adeus, quando Fassbinder lançava Lola, filme tão monumental quanto a atuação de Barbara Sukowa.

Verdade que 1981 também foi o ano de nascimento de Paris Hilton e Britney Spears, mas – infelizmente – nenhuma das duas está no projeto. Ainda.


Parêntese e introdução feitas, graças à competência de Cavalcanti (espero que esse rapaz esteja livre quando e se eu voltar a filmar), é com satisfação que confirmamos parceria para finalizar o áudio.

Com quase três décadas de mercado, e com o apoio dado por Lucas Garay, já sabemos onde acontece a última etapa. Depois de montado,
Nunca mais vou filmar viajará três mil quilômetros. O destino é Porto Alegre, Estúdio Jinga.

Com logo ao lado, trabalho dos caras está à mostra.