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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Som, platô e a diminiuição da memória

Foto: David Campbell

Ontem, confirmamos fortalecimento de parceria com o Gato Xadrez. No quesito da equipe, já temos um platô. Entre outras coisas, ele foi o primeiro assistente da função em A Última Estação, de Márcio Curi, longa que, se já não foi, está prestes a ser finalizado. Quem oficializamos como novo membro do time é Alê Bulhões. Só que esta não é a única novidade.

Ela foi bem referenciada por Amadeu Alban, da Santo Forte, com quem trabalhei e quem me apresentou ninguém menos que David Campbell. Com transparente vontade de fazer, nossa responsável por som direto é Ana Luiza Penna. Se for tão boa quanto nosso fotógrafo, preocupação não será humana.

Em conversa com Roberto Cotta, ele me disse que já tem o corte final de O Maldito Ladrão de Memórias. ("Já tem" é ótimo, afinal de contas, lá se vai um ano desde o primeiro corte.) Dos 30 minutos iniciais e disponíveis aqui, sobraram 18. Embora ele saiba o quanto admirava trabalho, e não à toa o convidei para ser meu assistente, também tinha conhecimento de algumas restrições. Com diminuição, e depois de muito conversarmos sobre, babo para ver resultado final.

Ps: Falta pouco tempo. Por isso, vemos parte da vizinhança, quem esperamos tratar bem, e de quem esperamos cordialidade. O "muito obrigado" vem desde já.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cena do crime

Foto: David Campbell

Apalavrado outro parceiro, marcado segundo encontro com atores.


Com palavras demais e imagens de menos nos últimos textos, publico outra foto de David Campbell.

Nela, vemos o local da cena do crime. Ou, mais especificamente, do início dele.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Leitura coletiva

Foto: David Campbell

A partir de amanhã, a qualquer momento confirmamos local e data do segundo (e último) teste de elenco.

Hoje, é inevitável controlar hesitação e ansiedade, alguns dos ingredientes que me fazem funcionar. Temos bons nomes, podemos ter melhores, podemos não tê-los. É difícil não soltar "até o próximo teste, e talvez mesmo até depois dele, é você que quero para o papel."

Mas ainda falta, além de algo que só a distância e o tempo podem dar, a opinião de Roberto (o Cotta). Admito que é difícil chamar de assistente alguém que, além de colega, teve seu filme selecionado para Cannes.
Por outro lado, e também por isso, ouvi-lo é não só importante como prazeroso.

Enquanto isso, serenidade e impaciência convivem bem. Por ora, até lêem juntas.